domingo


Mendigos fedendo. Flanelinhas. Crianças de rua para la e pára ca. Cavalos puxando carroças em pleno século XXI.Carros de luxo se misturam a sucatas de quatro rodas.Prostitutas.Piranhas. Meninas e meninos caminham sem saber onde vão parar querendo consumir o que não tem como ser comprado com dinheiro. Prédios antigos. Tradições e culturas se misturam. Insegurança.Decepção.Tristeza. O tempo passou e parece que no fundo nada mudou.O velho se mistura ao novo. Muçulmanas com seu véu se misturam a mulheres de micro saias numa pequena mas cosmopolita cidadezinha. O tempo não existe. Apenas existimos e precisamos de uma forma para medir a existência.O passado são lembranças e o futuro são sonhos. O começo e o fim de um ciclo na pseudo-existência determinam novas idéias e novos hábitos e no momento estamos aprendendo a aprender num primitivo jogo pela vida onde sobreviver é o mais importante e os caprichos pessoais e fúteis de um individuo valem mais que as necessidades básicas de toda uma sociedade.