domingo

O amor, o desamor e esquecimento e o recomeço
O mundo é dos espertos – Desejar algo sem ter condições econômicas de comprar tem criado uma síndrome onde quem realmente lucra são os grandes conglomerados farmacêuticos.  Uma doença causada pelo próprio homem e essa necessidade desesperada de conseguir ostentar e exibir-se.
                   Amar uma mulher é se deixar anular por uma.
Pense bem. Quanto você desperdiça de dinheiro, este que poderia ser aplicado em coisas uteis itens validos onde haverá valorização do valor investido. Aplicando-o em coisas fúteis. Tudo que você não precisa gastar e gastar por gastar e por necessidade de consumir para fugir suprir as necessidades do sistema. A cerveja que poderia ser economizada. Os presentes desnecessários. A gula. A luxuria. A avareza. O orgulho. A ira. O pecado capital do gasto desnecessário. O que você lê nu livro ou num jornal é um investimento em informação. Este é permanente assim como um bom filme, musica ou peça de teatro que mudem ou abram mais nossa mente em relação ao homem e ao universo. Os problemas financeiros não existem para um grande numero de pessoas mas elas gastam o que não tem para chegar a um patamar de quem tem realmente dinheiro para gastar. Ai os bancos se criam: É o maior nicho de mercado do mundo: A pseudo-classe média que tem a sensação de estar em ascensão, mas não passam de assalariados que vivem para comer e sustentam toda uma econômica somente pelo prazer de mostrar o que não é se é. Todo mundo quer ser diferente sendo exatamente igual aos outros

IMPOTENCIA INCURAVEL
     Como frear os mandos e desmandos de um governo e seus gastos irresponsáveis com o erário? Não existe este mecanismo, pois os tribunais de contas são apenas figurativos. Se for democracia todo o investimento deveria passar por um referendo onde o próprio cidadão definiria onde investir determinadas verbas. O poder deve ser humildade e não existe a mínima necessidade de luxo. Durante toda a historia as grandes construções e monumentos foram erguidos com o sacrifício do povo sem ter a mínima finalidade