sexta-feira

A FENDA.


Foi tão bom! Conheci-a na faculdade que eu trabalhava e era ela uma aluna diferenciada. Fogosa e ousada. Aquilo mexeu com meus sentimentos (O pau e o cérebro). Para muitas mulheres, fogosa e ousada que dizer puta: Mas ela era mais que uma puta: Era a puta! Quando ela me contou que transava porque curtia sexo alucinadamente até em casamento a pedi. Na primeira foda estávamos namorando. Durante um bom tempo foi assim. Sexo, sexo e sexo. Hum e muito mais sexo. Eu achava que tinha encontrado a mulher ideal. A minha piranha/vagabunda/puta/chinelona particular e só minha. (eu achava...). Vagina e fungos são coisas que não combinam bem. Nunca em mais de anos e anús eu tinha sentido um único odor em sua vagina, somente o sabor de buceta que é uma delicia. Numa tarde qualquer, resolvemos dar uminha, depois de muitos arretos fui de boca na sua “fenda”. Quase cai duro! Entrou pelas minhas narinas um “fedor” insuportável que eu nunca tinha sentido. Puta merda! Como eu ia dizer para a mina que a xota dela estava fedendo??? Eu ainda tentei aproximar a língua do clitóris mas começou a me dar uma tremedeira por todo o corpo e o “Astrogildo JR.” encolheu-se dentro das bolas. Pronto: Esta mina era tripolar, um temperamento explosivo e asqueroso. Eu a amava porque ela fudia gostoso e gostava de mim. Mas como eu ia explicar para ela que brochei porque a vagina dela estava uma suruba de fungos que me fizeram quase desmaiar... Ela nunca aceitou a minha brochada e eu fiquei cabreiro com o relaxamento dela pois eu nunca tinha sentido cheiro a vagina e sim odores divinos de uma buceta. Acabou ali...Naquela foda...Alguns fungos mudaram o destino de nossas vidas. Ela continua rica e maluca e eu pobre e fudido.