quinta-feira

OUTRORA AMANHA

Diazepans perdidos no tempo, velhos amigos de outrora...
Toxinas toxicas - Boletas e roletas sovieticas nas avenidas da Puta Que Pariu City

Vodka.
Cachaça.
Rum.
Uisque do Paraguai
Rum

Como é gostoso. Gostoso e satisfatorio - Ficar longe da realidade - Perdido nas mentiras do dia a dia...Lexotam
Lorax
LITIUMMMMMMMM....

ZE RAMALHO

R.E.M. -

quarta-feira

Dois Gaúchos...


Diz que o gauchão estava montado em seu cavalo, conduzindo a tropa de gado pelo pampa, de uma estância para outra.
Passando próximo à curva de um rio, qual não foi sua surpresa ao ver dois gaúchos, ambos de bombachas arreada, um
comendo o outro. Diante daquela cena o gauchão perdeu a paciência:

- Mas que diabo, tchê!! - dando dois tiros pra cima - como se não bastasse a fama que tem este estado, os próprios gaúchos
agora contribuem?! Pois vou passar fogo nos dois!!!

O "gaúcho ativo", sem parar de fazer o que estava fazendo, responde:
- Tu não ta vendo que estou salvando a vida deste vivente aqui? - dando umas palmadinhas no traseiro do "gaúcho passivo".
- Mas como assim salvando a vida? - pergunta intrigado o gauchão, trinta e oito ainda em punho.
- O vivente aqui tava se afogando - explica o gaúcho ativo, ainda fazendo o que estava fazendo.
O gauchão ficou meio ressabiado, cofiou a barba e finalmente argumentou:
- Mas se o infeliz tava se afogando, tu tinha que tirar ele da água, fazer uma massagem no peito, uma respiração boca a
boca...
- E como é que tu acha que tudo começou, tchê?

ADEUS, MEUS SONHOS...

Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! Votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto,
E minh'alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus?
Morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já não vejo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!
Alvares de Azevedo

O Corvo

Em certo dia, à hora, à hora

Da meia-noite que apavora,

Eu caindo de sono e exausto de fadiga,

Ao pé de muita lauda antiga,

De uma velha doutrina, agora morta,

Ia pensando, quando ouvi à porta

Do meu quarto um soar devagarinho

E disse estas palavras tais:

"É alguém que me bate à porta de mansinho;

Há de ser isso e nada mais."

Ah! bem me lembro! bem me lembro!

Era no glacial dezembro;

Cada brasa do lar sobre o chão refletia

A sua última agonia.

Eu, ansioso pelo sol, buscava

Sacar daqueles livros que estudava

Repouso (em vão!) à dor esmagadora

Destas saudades imortais

Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora,

E que ninguém chamará jamais.

E o rumor triste, vago, brando,

Das cortinas ia acordando

Dentro em meu coração um rumor não sabido

Nunca por ele padecido.

Enfim, por aplacá-lo aqui no peito,

Levantei-me de pronto e: "Com efeito

(Disse) é visita amiga e retardada

Que bate a estas horas tais.

É visita que pede à minha porta entrada:

Há de ser isso e nada mais."

Minhalma então sentiu-se forte;

Não mais vacilo e desta sorte

Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora -

Me desculpeis tanta demora.

Mas como eu, precisando de descanso,

Já cochilava, e tão de manso e manso

Batestes, não fui logo prestemente,

Certificar-me que aí estais."

Disse: a porta escancaro, acho a noite somente,

Somente a noite, e nada mais.

Com longo olhar escruto a sombra,

Que me amedronta, que me assombra,

E sonho o que nenhum mortal há já sonhado,

Mas o silêncio amplo e calado,

Calado fica; a quietação quieta:

Só tu, palavra única e dileta,

Lenora, tu como um suspiro escasso,

Da minha triste boca sais;

E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço;

Foi isso apenas, nada mais.

Entro co'a alma incendiada.

Logo depois outra pancada

Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela:

Seguramente, há na janela

Alguma coisa que sussurra. Abramos.

Ela, fora o temor, eia, vejamos

A explicação do caso misterioso

Dessas duas pancadas tais.

Devolvamos a paz ao coração medroso.

Obra do vento e nada mais."

Abro a janela e, de repente,

Vejo tumultuosamente

Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias.

Não despendeu em cortesias

Um minuto, um instante. Tinha o aspecto

De um lord ou de uma lady. E pronto e reto

Movendo no ar as suas negras alas.

Acima voa dos portais,

Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas;

Trepado fica, e nada mais.

Diante da ave feia e escura,

Naquela rígida postura,

Com o gesto severo - o triste pensamento

Sorriu-me ali por um momento,

E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas

Vens, embora a cabeça nua tragas,

Sem topete, não és ave medrosa,

Dize os teus nomes senhoriais:

Como te chamas tu na grande noite umbrosa?"

E o Corvo disse: "Nunca mais."

Vendo que o pássaro entendia

A pergunta que lhe eu fazia,

Fico atônito, embora a resposta que dera

Dificilmente lha entendera.

Na verdade, jamais homem há visto

Coisa na terra semelhante a isto:

Uma ave negra, friamente posta,

Num busto, acima dos portais,

Ouvir uma pergunta e dizer em resposta

Que este é o seu nome: "Nunca mais."

No entanto, o Corvo solitário

Não teve outro vocabulário,

Como se essa palavra escassa que ali disse

Toda sua alma resumisse.

Nenhuma outra proferiu, nenhuma,

Não chegou a mexer uma só pluma,

Até que eu murmurei: "Perdi outrora

Tantos amigos tão leais!

Perderei também este em regressando a aurora."

E o Corvo disse: "Nunca mais."

Estremeço. A resposta ouvida

É tão exata! é tão cabida!

"Certamente, digo eu, essa é toda a ciência

Que ele trouxe da convivência

De algum mestre infeliz e acabrunhado

Que o implacável destino há castigado

Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga,

Que dos seus cantos usuais

Só lhe ficou, na amarga e última cantiga,

Esse estribilho: "Nunca mais."

Segunda vez, nesse momento,

Sorriu-me o triste pensamento;

Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo;

E mergulhando no veludo

Da poltrona que eu mesmo ali trouxera

Achar procuro a lúgubre quimera.

A alma, o sentido, o pávido segredo

Daquelas sílabas fatais,

Entender o que quis dizer a ave do medo

Grasnando a frase: "Nunca mais."

Assim, posto, devaneando,

Meditando, conjecturando,

Não lhe falava mais; mas se lhe não falava,

Sentia o olhar que me abrasava,

Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto,

Com a cabeça no macio encosto,

Onde os raios da lâmpada caiam,

Onde as tranças angelicais

De outra cabeça outrora ali se desparziam,

E agora não se esparzem mais.

Supus então que o ar, mais denso,

Todo se enchia de um incenso.

Obra de serafins que, pelo chão roçando

Do quarto, estavam meneando

Um ligeiro turíbulo invisível;

E eu exclamei então: "Um Deus sensível

Manda repouso à dor que te devora

Destas saudades imortais.

Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora."

E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!

Ave ou demônio que negrejas!

Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno

Onde reside o mal eterno,

Ou simplesmente náufrago escapado

Venhas do temporal que te há lançado

Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo

Tem os seus lares triunfais,

Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?

"E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta, ou o que quer que sejas!

Ave ou demônio que negrejas!

Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende!

Por esse céu que além se estende,

Pelo Deus que ambos adoramos, fala,

Dize a esta alma se é dado inda escutá-la

No Éden celeste a virgem que ela chora

Nestes retiros sepulcrais.

Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!"

E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Ave ou demônio que negrejas!

Profeta, ou o que quer que sejas!

Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa!

Regressa ao temporal, regressa

À tua noite, deixa-me comigo.

Vai-te, não fica no meu casto abrigo

Pluma que lembre essa mentira tua,

Tira-me ao peito essas fatais

Garras que abrindo vão a minha dor já crua."

E o Corvo disse: "Nunca mais."

E o Corvo aí fica; ei-lo trepado

No branco mármore lavrado

Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho.

Parece, ao ver-lhe o duro cenho,

Um demônio sonhando. A luz caída

Do lampião sobre a ave aborrecida

No chão espraia a triste sombra; e fora

Daquelas linhas funerais

Que flutuam no chão, a minha alma que chora

Não sai mais, nunca, nunca mais!

Allan Poe

(Tradução de Machado de Assis)

Frases Épicas

"Incomodam-me as pessoas que não dão a cara." (Anónimo)

"Vamos por partes" (Jack "O Estripador")
"A minha esposa tem um bom físico." (Albert Einstein)
"Eu comecei por roer as unhas." (Venus de Milo)
"Nunca pude estudar Direito." (O Corcunda de Notre Dame)
"Ser cego não é grave, pior seria ser negro." (Stevie Wonder)
"Sempre quis ser o primeiro." (João Paulo II)
"Este caso deixou-me um sabor amargo na boca." (Monica Lewinski)
"Hás-de pagar-me." (Fundo Monetario Internacional)
"Não ao derramamento de sangue!!!" (Tampax)
"O automóvel nunca substituirá o cavalo." (A égua)
"Gostava muito de jogar junto da linha." (Diego A. Maradona)
"Tenho um nó na garganta." (Um enforcado)
"Estou feito em pedaços." (Frankenstein)
"Gosto da humanidade." (Um canibal)
"Basta de humor negro!" (Ku Klux Klan)
"A minha noiva é uma cadela!" (Pluto)
"Levantarei os caídos e oprimirei os grandes!" (O soutien)
"És a única mulher da minha vida!" (Adão)

DIAS DE DEPRESSAO E TRISTEZA...

NATAL CORROMPIDO...

terça-feira

quarta-feira

sexta-feira

MENTIR PARA SI MESMO É A PIOR MENTIRA

COMENTARIO A RESPEITO DE PORRA NENHUMA

UNIVERSIDADE DO PRAZER


Comer a mulher do próximo. Betinho Bond Bronha e Binho Papacu. Os amigos mais filhos de uma puta que um ser humano poder ter. Durante anos convivemos juntos fazendo serviço burocrático/docente naquela patética universidade. Qualquer um deles comia qualquer ser vivo que passasse pela frente. Lembro que foram muitos anos que eu vi aqueles dois cornearem suas esposas e a quem pudessem. Inclusive aos amigos. Um vivia tentando comer a mulher do outro ou o outro. Lembro que o arquivo morto da universidade se tornava um verdadeiro motel, professores, funcionários e faxineiras se comiam sem perdão naquele quinto andar cheio de papeis velhos e fedendo a mofo. Lembro que Betinho comia uma faxineira de 70 anos e ainda vinha me contar que a vagina da vovó tava ressecando. Quando eu não sabia ficava comovido como Betinho tratava bem aquela vovó. O Binho Papacu gostava de mulheres, mas tinha uma enorme predileção por professores veados. Alias qualquer coisa que você veado. Ele alegava que mulher não sabia fazer sexo oral como um homem faz. Lembro que vários professores estavam sendo dando “mimos” para Binho Papacu, que ainda era casado e tinha duas namoradas e uma amante. Eu, inocente não comia ninguém e todo mundo se comendo na minha volta sem saber. Eu me sentia um idiota, pois tudo era feito um uma enorme discrição para quem não é muito putanheiro. Eu vendo VHS pornô numa sala e meus coleguinhas em altas surubas na sala do lado. Saiam da sala com um enorme sorriso e eu não entendia por que... Um jovem de 20 anos trabalhando com pessoas de mais de 40 não consegue imaginar a ferveção que é depois de uma certa idade. O medo do sexo vai para o espaço e vem uma enorme discrição, pois ninguém tem que saber o que faz entre quatro paredes. Um jovem come alguém e sai espalhando para o planeta inteiro. Foram bons os vários anos que trabalhei naquela universidade. Aprendi tudo que não deveria fazer para ser uma farsa perante mim mesmo. Aprendi o cinismo e sua maldade. Conheci o diabo em forma de mulher (mas isto é uma outra historia)...enfim:Um tempo que não volta mais e minha enorme ingenuidade perante putaria extremada que eu vivia e não sabia. Quanto aos meus colegas: Betinho Bond Bronha e Binho Papacu...Nunca mais falaram comigo ou sequer olham na minha cara: Depois que sai de la fui esquecido e rebaixado a cidadão comum. Mesmo com eles comendo seres vivos rejeitados pelo demônio eles se consideram superiores ao nós mortais, pois eles são mestres e mestres podem dar a bunda, comer veados velhos ou fazer qualquer coisa pois se tem uma imagem que dificilmente se quebra com pequenos detalhes. A vida é foda e apronta cada uma para a gente.

KAISER CHIEFS

quarta-feira

A MADRE


Passava a noite toda na praça com sua estranha roupa. Parecia uma Freira ou o Zorro. Mas era um dos mais belos travestis de todo o RGS. Toda a galera da Escola Técnica dava um boquete para aquele puto. Reza uma lenda urbana que a Madre, como era chamada o travesti era um rapaz que queria ser padre. Um dia ele conheceu o pecado e disse que seria a segunda papisa da historia. Foi expulso de casa e começou a dar o cu e pagar boquete para viver. Vestida de freira, toda de preto sem nada por baixo a Madre saciava dezenas de homens todas as noites e toda a vez que fazia um programa rezava uma Ave Maria ajoelhada diante da Bíblia Sagrada. Os anos foram passando e a velha Madre continuava ali, todas as noites, chuva ou não, inverno ou verão a satisfazer de colonos a filinhos de papai. Um dia seu corpo foi encontrado embaixo da ponte do Rio Grande. Tinha sido degolada. A Madre estava morta. Em suas mãos a bíblia sagrada.

PRA SER SINCERO

NUNCA MAIS, OUTRA VEZ


Tesão desapaixonado. Mundo desencantado. Trepadas sem graça. Prazeres por prazer. Orgasmos de faz de conta. Idiotas buscando outros idiotas que buscam outros idiotas.Tempo onde com alguns trocados se compra o sexo oral de uma criança ou de uma vovó que precisa comprar leite para os netos e o crack para a filha e a cachaça para encher a cara agüentar o inferno quem alguns chamam de vida. Vida sobrevindo das sobras dos que nada tem. Isto é o mundo. Isto somos todos. Chacais lutando pela sobrevivência e somente os mais fortes ou miai inteligentes conseguem viver dignamente. Nada mudou.Nobres e Reis. Senadores e Barões. Generais em todas as nações. Uma coisa chamada democracia para dividir o poder e cada um por si e os Deuses contra todos. Que assim seja...

GERAÇAO COCA-COLA

ENTRE A CRUZ E A ESPADA

Strani Amori

LA SOLITUDE

MARLENE /1997


Eu olhava para Marlene. Ela tinha 30 anos. Sua calça justa. Sua blusa decotada deixando seus belos seios a mostra. Seu jeitinho sambando. Fico fascinado ao ver seus pés equilibrados sobre aquele salto alto. Na minha cabeça passava mil coisas. Eu queria fazer amor com Marlene. Não somente transar, mas dividir. Colocar algo de mim dentro de seu corpo. Eu tomava uma cerveja atrás da outra. Meu pênis estava um ferro. Aquele corpo me seduzia, me enlouquecia com seu gingado. Um homem a tirou para dançar. Ela aceitou e foi para a pista de dança. Eu resolvi me sentar numa mesa para ver de perto aquela mulher dançar. Não conseguia mais esconder minha ereção. Via-a gingando ao som daquele batuque e seu corpo se oferecendo a outro, ou a outros. Eu sentia meu pênis latejando a cada passo de Marlene. Eu estava eu transe. Eu dava tudo para transar com aquela mulher e sentir o gosto de seu sexo em minha boca. Levantei-me e cheguei perto do casal que dançava uma balada lenta num vai e vem de amor impressionante. Marlene parecia no cio ao dançar, na pista lentamente, desviando entre os casais cheguei ao lado de ambos. Ele agarrava uma nádega de Marlene indiscretamente e quando vi aquela bunda não resisti à tentação. Passei lentamente a mão na costura da calça levando por toda a nádega livre. Levei um susto quando ela virou o rosto e me olho com cara feia. Fui ao banheiro e passei água no rosto. Resolvi voltar para a pista para me deliciar com aquele corpo. Jamais ela iria ter certeza se eu tinha passado à mão ou era apenas um acidente. Quando vejo Marlene esta dançando e olha direto para mim sobre o ombro de seu parceiro. Meu coração disparou. Quando vi ambos foram para a rua e ao sair Marlene deu uma olhada para trás.Fui até a portaria e a vida entrar no carro do magrao e sorrir a me ver na porta com um cão desesperado. Provavelmente eles foram direto para o motel.Eu fiquei enlouquecido e fui para casa me masturbar pensando em Marlene.Anos a fio até que um dia a esqueci...

RASCUNHOS 3


A satisfação de fazer algo, vender, a pessoa que comprar ficar tão satisfeita e voltar sempre para comprar novamente de você. Isso é felicidade. A semana esta sendo agitada. Medos, surpresas e traumas todos os dias. Nós fizemos da vida uma rotina, mas ela não é. Cada atitude e ação que tomamos têm que ser um desafio a ser vencido. Encarar atender uma fila de pessoas ou uma porrada de papeis em cima de uma mesa com um desafio a ser vencido. Nada melhor que conquistar a admiração de alguém a ponto de gastar sorrindo. Comprar algo bom é um investimento em si próprio. Vender algo bom é construir alicerces fortes para quem pretende ser um mercador.

terça-feira

segunda-feira

GANG 90

TEMPO DE DESPERTAR


O medo de ser eu mesmo no mundo onde quem é verdadeiro é ser marginalizado e hostilizado pelo sistema. Às vezes olho no espelho. Assusto-me. Eu sou o que eu jamais imaginei ser quando eu tinha vinte anos. Eu sou velho. Falo por mim. Os que deixaram descendentes ou tem filhos fazem do futuro deles a sua perspectiva de vida. Obviamente não vou generalizar, mas a felicidade de um filho é a felicidade de um pai. A opção por encerrar meu clã foi algo pensando muito cedo. Para ser pai tem que ser muito cuiudo. Entre ser um pai de merda e não ser pai, optei pela segunda opção. Isso me da ao direito a dizer que cada minuto deve ser vivido ao maximo, e que cheguei aos 40 com a conclusão que a vida é boa... uma boa merda...onde sofremos...as minhas únicas motivações para viver são: Talvez o inferno seja aqui e tentar fazer as pessoas sorrirem ou pensarem um pouco na vida pois o resto foi pura decepção.

THE CURE

domingo

UMA VOZ AO LONGE


Uma voz ao Longe

Poder, Força, Destruição.

Poder; faz Acontecer ou Anula

tudo.

Força: Salva ou Mata.

Destruição: Renova. Renasce, Consome

Ciência, Religião, Filosofia, separadas são o tudo e o nada.

Unidas formam a essência do Eterno Renovador.

Visualize como se fosse uma sopa borbulhante , retire a espuma espessa que se forma e beba. A espuma é o Mutável e o liquido Imutável.

É a Vida Maior

Pensador desconhecido

LEA

sábado

MARIA MADALENA

OS DIAS QUE ESTÃO PASSANDO


As dificuldades de sobreviver à rotina são as que mais nós causam transtornos e irritação. A rotina destrói nossa auto-estima ,caso nós a deixarmos tomar conta de nossa existência. Fazer todos os dias as mesmas coisas. Muita gente pensa que esta fazendo à mesma coisa de forma automática, mas cada momento é único e pode nós proporcionar muitas emoções e aventuras, basta encarar de frente e fazer o melhor sempre em qualquer situação e encarar cada tarefa como uma nova guerra que deve ser vencida. Cair num lugar comum da casa-trabalho-casa leva qualquer a esquecer de viver e virar um autômato idiota e sem perspectiva de vida. Faça o melhor sempre, tenha consciência que a maioria dos chefes são imbecis e estão cagando e andando para você, pois se não fossem jamais chegariam à chefia. Lembre-se sempre que os colegas sempre vão enrabar você ou pelo menos estarão tentando botar no seu. Sempre tente ser o mais correto possível e se tiver que enrabar alguém no trabalho ou onde quer que seja sempre faça bem feito e não fique criando intrigas ou viadagens provocando incômodos, cinismo e inquietação. Nunca jogue o jogo deles e sim faça eles jogarem o seu e faça da vida um aventura com novos episódios a cada segundo da existência.

TOTAL ECLIPSE DO CORAÇAO

sexta-feira

MOSCOU

MAMA MARIA

UNIFORMES

ESTRADA SEM FIM


O horizonte é apenas uma grande ilusão, pois ele não existe. Sei que em minha caminhada pela existência vou chegar a algum lugar um dia, mas este dia é hoje porque o futuro não existe – Não passa de uma expectativa e nada mais. Nos últimos anos tenho tentando entender o mecanismo da existência. Sem uma convivência social nos tornamos solitários. Com uma convivência social nos tornamos escravos de um sistema onde você perde totalmente sua liberdade. Geralmente as pessoas querem que você compartilhe o que você não quer compartilhar, pois são coisas intimas e pessoas que somente interessam a você e a mais ninguém. Hoje as pessoas como, alias, sempre foi, querem saber demais da vida dos outros e viverem a ilusão de participarem de algo que não é seu ao invés de criarem sua própria historia.

quinta-feira

NIKITA

AFRICA

PUTAS DA MINHA HISTORIA


Puta devassa que enlouquecia minha mente perdida e sonhadora nas rugas de tua historia. Aquelas velhas prostitutas me enlouqueciam. Queria amá-las. Queria fazê-las felizes. Queria mostrar ao universo que eu amava uma puta de esquina. Queria desfilar com aquela vagabunda em todos os lugares e mostrar ao mundo: Uma puta me ama. Tudo que eu procurava era o amor das putas e eu tinha uma que me amava. Putas enchiam minha mente. Eu queria um mundo de putas de esquina e putas de praça, um grande arem de suburbanas pervertidas. Eu gostava das putas e de seu desapego ao sexo. Trepar com um velho sujo ou comigo barbeado usando Dra-kar não fazia a mínima diferença. Elas somente queriam o dinheiro e eu sabia disso e mesmo odiando as mercenárias do boquete eu estava lá. Putas jovens. Putas veteranas. Deus num acesso de luxuria deve ter abençoado a todas as putas das esquinas santificando-as como as mulheres que serão lembradas até o final dos tempos pelas mulheres mais desejadas pelos homens de boa vontade. A busca do amor nós prega surpresas e a vida as tempera – Erros e acertos. Dores e prazer – mas a imagem daquela mulher vulgar parada na esquina mostrando todo o corpo a quem quisesse consumi-la pagando algumas patacas e nada mais. As putas fascinam alguns homens, pois o que muitas mulheres conservam com o maior cuidado elas não estão nem ai...O sentimento em relação às putas é ambíguo –Jamais vou respeitar quem quer que seja que trepe por dinheiro mas ao mesmo tempo me excito com sua perversão e desapego. O mundo prepara surpresas e nós dentro de nosso universo de medos e ambições nós entregamos ao incerto sabendo que ali esta a que é certo. Putas, putas, putas...

quarta-feira

AUTORIDADES INCOMPETENTES

HOMEM PRIMATA

O PUNHETEIRO SOLITARIO


O punheteiro solitário e seus sonhos de bater punhetas até o fim de sua vida. Aquele velho corcunda bate três punhetas por dia. Mora sozinho naquela velha casa suja onde somente a velha televisão com um aparelho de DVD e revistas pornôs tem alguma cor e dão alguma vida aquele chiqueiro humano. No dia que recebe sua aposentadoria por invalidez, pois fora considerado louco muito jovem, porque sua mãe pagou uma grana legal para um despachante previdenciário, e, a partir dai ele se dedicou a bater punheta até o final dos tempos, pois as mulheres fugiam dele, mas não de seu pensamento cheio de amor, carinho e perversão. Punhetas , punhetas e muitas punhetas ainda. Punhetas alem da alma. Ele castigava seu pênis e se masturbava até sangrar. Seus braços eram musculosos, mas não das punhetas e sim da musculação que ele fazia para bater punheta até o final de sua miserável, mas maravilhosa existência. Ele amava as mulheres, mas jamais foi amado por uma. O pior castigo para um homem é jamais conquistar o carinho de uma mulher. Ele sempre soube que jamais seria amado. A dor de jamais conquistar um amor verdadeiro o faz viver todas as historias de amor possíveis em sua vida miserável e esquecida naquele fim de mundo onde ele escolheu para se esconder. Tenho certeza que ele foi feliz. Amou todas as mulheres que quis de todas a maneiras possíveis. As doses homéricas de vodka com lexotam o fazem dormir feliz e descansado todas as noites de sua vida. O punheteiro solitário vive isolado, não fala com ninguém, apenas com seu harém imaginário de mulheres que nunca teve a não ser em seus delírios. Uma vida tão triste, mas ao mesmo tempo sei que ele é feliz em seu mundinho, pois ali não sera rejeitado nunca mais por ninguém...

terça-feira

A GRANDE FARSA DA HUMANIDADE


Essa guerra dos conservadores para manter a sua luxuria escondida dos olhos das pessoas normais torna-as mais imbecis ainda. Travar a evolução da raça humana é impossível, mas o próprio homem retarda-a para tirar vantagens sobre si próprio. As coisas da vida são tão simples. Tão simples que muitas simplesmente não têm explicação e lucrar para explicar o inexplicável através da fé é uma baita duma sacanagem. Ficar batendo na mesma tecla não adianta. Cada dia a fé se tornara uma fonte de lucro mais rentável devido à decadência do ensino e a formação de adultos mais imbecis e alienados. Fico com vergonha do homem e seus dogmas criados para impor o medo ao homem de modo a mante-lo domesticado e sem perspectiva de vida nesta existência esperando algo de bom para a próxima e ficando acomodado com lendas e mitos e nunca saber das verdades da vida.

SEMANA QUE VEM...

segunda-feira

VOLTA PRA MIM

A RODA DA VIDA


As segundas feiras pela manha sempre me fazem bem – As expectativas de um novo começo e a busca de novas aventuras e a perspectiva de descobertas motivam a roda da vida a continuar. Na realidade todos os dias são assim. Um recomeço para ser construído mais um capitulo de nossa curta historia. Dia a dia. Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo. Sete dias e sete chances de uma nova partida. Esquece tudo que passou e recomeça na estaca zero. A vida não é uma novela brasileira ou mexicana desprovida de sentido e sim uma serie de aventura, ação, sexo, comédia e drama. Cada dia é um novo episodio e devemos tentar fazer que tudo sempre termine com um final a contento deixando um gancho para o episodio seguinte onde novas vitórias e derrotas deverão acontecer. Simplório, mas uma maneira de definir a existência humana e sua complexidade.

domingo

PUTA QUE PARIU


Eterna busca do mesmo eu. Dia e noite. Noite e dia buscamos algo. Bom: Pelo menos deveríamos buscar algum sentido para a vida. Cometemos erros e mais erros todos os dias apenas por não ter coragem de acreditar que estamos totalmente sós no universo e cada ser humano depende um do outro para sobreviver. Um dia todos olharão juntos para a mesma direção, ateus debochados e cristãos otários se darão as mãos contra a exploração de um Deus e seu Messias por seres humanos imperfeitos. O que é isso? Para que Deus precisa de um livro? Para que Deus precisa de leis e mandamentos? Perai: Se existe um Ser supremo tenho certeza que ele esta cagando para velas ou orações, igrejas ou templos, dízimos ou demonstrações de fé. Sei que é ficar marcando passo escrevendo sobre isso, mas é algo que me deixar profundamente irritado com o ser humano.

ZARATHUSTRA

sábado

VENTO NO LITORAL

HOMENS DAS CAVERNAS


Os dias passam nas nossas vidas que nem sentimos o correr do tempo. Fazemos as coisas com quais sonhamos a vida toda com uma enorme naturalidade depois que as alcançamos que esquecemos o pepino que comemos para conseguir chegar a tão situação confortável. Se nós matamos anos a fio para conquistar o amor daquela mulher gostosa e inteligente e quando vamos transar com ela após termos cativado seu coração tudo fica tão automático que uma boneca inflável ou o travesti da esquina da mais tesão. A guerra para conseguir um emprego ou comprar um carro e que depois em momentos de porra-louquice/exibicionismo botamos tudo fora. Essa instabilidade do ser humano e seus valores deturpados pela necessidade de consumo tornaram a civilização uma grande piada perigosa onde à mentira, o misticismo e o medo reinam numa sociedade onde tudo de compra desde o amor verdadeiro até o poder absoluto. É extremamente difícil para alguém com valores morais e éticos sobreviver no Brasil do século XXI onde tudo que se precisa para enriquecer é desobedecer à lei e a ordem e juntar uma grana para contar com uma ótima banca de advogados e comprar amigos influentes e amores calientes. Nascer nas trevas da idade das trevas é complicado. Antes não se tinha o conhecimento. Hoje se tem o conhecimento e se mantém em segredo para controlar os homens e manter-los atrelados a grandes farsas que beneficiam os proprietários da verdade oficial. Em alguns séculos teremos tanta vergonha de nossas atitudes de hoje como tivemos a alguns séculos queimando qualquer pessoa que ousasse desafiar as leis de Deus que foram escritas, idealizadas e ditadas pelos homens. Ainda bem, que este momento é difícil é transitório, vai passar e a grande tristeza que não estaremos mais aqui quando o homem se tornar um homem de verdade e não um animal semi-domesticado com hábitos e atitudes de selvageria e primitivismo.